terça-feira, 22 de março de 2011

XV – Ele mesmo.

O amor (Eros) merece um capítulo só pra ele.
O mais interessante é que esse amor é tão desfeito de significado, ou entendimento.
Porque sempre que ele surge vem diferente.
Desta vez o amor foi insano.
E multiplicou qualquer outro sentimento.

Queimou as cortinas, revirou o guarda-roupa, pichou as paredes, jogou tudo fora.
Correu pra rua se atirou na frente dos carros, pulou no rio, seguiu pro mar.
No mar seguiu e por lá ficou.(ficou por lá)

Mas, a maior loucura deste tipo de amor especificamente, foi quer por de mais estar com a amada. Um sentimento de posse patético, que cobriu todo o ser que existia em mim.

Da distância, surgiu saudade.
Da saudade veio a falta.
Da falta nasceu a carência.
Da carência brotou o pensamento.
Do pensamento apareceu a conspiração
Da conspiração morreu a sanidade.

Na morte da sanidade buscou-se uma solução.

Coelet 
Di- Parte V - De mãos dadas com a Loucura.

Um comentário:

geração espontânea disse...

Teu blog é bacana, mas ninguem comenta. forever alone,ahahaha igual ao meu....
mas o seu é melhor...meu tem varias tentativa frustradas de ser algo cult e interessante..rs